Beto Albuquerque cobra agilidade do Tribunal de Contas do Estado na liberação de licitação para nova rodoviária
No dia 31 de maio, as cancelas de nove praças de pedágio, dos pólos de Farroupilha, Caxias do Sul e Lajeado pararam a cobrança. Para o deputado federal Beto Albuquerque que acompanha a questão desde que foi secretário estadual de transportes no governo de Olívio Dutra, em 1999, o encerramento dos contratos com as empresas de pedágio marcam o fim de uma longa novela e são uma conquista de todos os gaúchos. Ele ressalta que graças a um contrato inadequado, em todos esses anos nenhuma obra importante foi realizada pelas concessionárias. Enquanto a frota de veículos crescia, as rodovias continuavam as mesmas.
A única coisa que mudava, de forma assustadora, eram os preços das tarifas. Por isto, a ação do governo Tarso, do qual o deputado fez parte como secretário estadual de infraestrutura e logística, para Beto foi acertada. Segundo registra, o DNIT tem todas as condições para manter as estradas federais e a EGR – Empresa Gaúcha de Rodovias – é uma empresa enxuta e voltada aos interesses da população.
Além disso, ele ressalta a grande economia que o fim dos pedágios e as cobranças reduzidas trarão para os gaúchos. Questionado sobre as péssimas condições da estrada entre Passo Fundo – Pontão – Ronda Alta, o deputado relatou que naquele trecho o problema é uma auditoria que está sendo realizada pelo Tribunal de Contas do Estado, sobre um programa executado na gestão anterior que foi impugnado. Por isso o DAER não pode realizar obras no local, então acaba fazendo remendos que são apenas paliativos.
Beto é a favor de que se investigue a situação, mas cobra agilidade para que os usuários possam transitar no local com mais segurança.
Outro assunto abordado pelo deputado foi a questão das licitações públicas para construção de novas rodoviárias, em cidades que não tenham, e também, qualificação das rodoviárias já existentes no estado, feitas enquanto era secretário do governo Tarso.
Ele explica que a maioria das licitações já foi aprovada, no entanto, no caso de Passo Fundo o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Estilac Xavier, não libera a execução.
Encerrando, Beto diz que sente que a questão não se resolva de forma mais ágil, pois quem perde é a população que paga 11,5%, embutido nas passagens, e não pode fazer uso de um equipamento e serviços de qualidade.