Skip to content

Política

Assembleia Legislativa aprova reestruturação de carreiras nas forças de segurança do Estado

Públicado em Por RD Uirapuru / Zulmara Colussi

A Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira,uma série de projetos de reestruturação de carreiras para o alto escalão da Polícia Civil, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros Militar. Essas mudanças visam não apenas otimizar a estrutura funcional das instituições, mas também equilibrar as despesas governamentais, resultando em uma economia anual estimada em R$ 562 mil, segundo projeta o governo gaúcho. As propostas chegaram a receber emendas, mas os deputados acabaram aprovando os projetos originais do Executivo. Veja o que muda:

Corpo de Bombeiros Militar:

  • Total de Cargos: O Corpo de Bombeiros contará com 3.989 cargos, abrangendo oficiais e praças.
  • Extinção de Cargos: 10 cargos de major foram extintos.
  • Criação de Cargos: Foram criados 8 cargos de tenente-coronel e coronel, além de mais 12 cargos de capitão.
  • Transformação de Vagas: 162 vagas desocupadas no quadro de soldados foram transformadas em 40 cargos de tenente, representando o topo da carreira de nível médio na corporação.

Polícia Civil:

  • Redimensionamento de Cargos: A reestruturação na Polícia Civil envolve a extinção de 32 cargos de delegados de 1ª classe, nível de entrada, para a criação de 24 cargos de 3ª e 4ª classes, os dois últimos níveis.
  • Reorganização de Vagas: Para inspetores, escrivães e comissários, os 100 cargos de 1ª classe vagos foram reorganizados em 52 cargos de 3ª e 4ª classes, alcançando o topo da carreira.

Brigada Militar:

  • Redução de Vagas: O projeto contemplou uma redução de 566 para 531 vagas nos cargos de capitão, o primeiro nível do quadro de oficiais.
  • Criação de Cargos: Em contrapartida, foram criados 8 cargos de coronel, 16 de tenente-coronel e 2 de tenente-coronel do quadro de saúde.

Essas alterações não apenas impactam a estrutura hierárquica e a distribuição de cargos, mas também refletem a busca por eficiência e adequação financeira nas instituições responsáveis pela segurança pública. A economia resultante dessas mudanças contribuirá para o equilíbrio das contas públicas, permitindo um melhor direcionamento dos recursos para áreas essenciais.