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Política

Assembleia Legislativa amplia ações de combate à violência contra a mulher

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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A Lei Maria da Penha completou 11 anos nesta segunda-feira (7)  com números alarmantes. De dois em dois minutos, uma mulher é morta por arma de fogo no Brasil. No Rio Grande do Sul, a realidade também assusta. Conforme o Relatório Lilás da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, a cada 20 minutos uma mulher sofre algum tipo de agressão com lesão no estado. Uma em cada três mulheres sofreu algum tipo de violência seja física, psicológica, moral ou patrimonial.

 

Esses índices levaram o parlamento gaúcho a tratar a questão da igualdade de gênero como uma prioridade. O presidente da Assembleia, deputado Edegar Pretto, do PT, antecipa as ações do poder legislativo para segundo semestre. O deputado, que é coordenador do Comitê Gaúcho Impulsor do Movimento Mundial ElesPorElas da ONU, diz que o trabalho de conscientização deve ser feito desde cedo.

 

Por isso, ele criou um projeto de lei que prevê a inserção do tema combate à violência contra a mulher nos currículos de escolas públicas e privadas. Edegar Pretto lamenta a extinção da Secretaria de Política Para as Mulheres, criada no governo passado. Para ele, essa ação foi um retrocesso em políticas públicas para as mulheres.

 

A lei Maria da Penha é considerada pela ONU como a terceira melhor medida contra violência doméstica do mundo.