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Segurança

Arremessos de objetos para o presídio devem ser minimizados somente após reforma

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Um vídeo publicado pela Uirapuru onde um grupo aparece arremessando objetos para dentro do presídio, na São Luiz Gonzaga, expôs novamente a forma como celulares, drogas e até armas entram no presídio, que é superlotado. De dentro do presídio também foram flagradas postagens de detentos no Facebook.

 

O diretor do presídio, Renato Garlet, reconheceu a dificuldade de conter esta prática. Lembrou que o presídio possui telas, feitas com redes de pesca apreendidas pelo Batalhão Ambiental, mas alguns pontos são vulneráveis Nos próximos dias um destes pontos receberá novas telas para tentar inibir a entrada dos arremessos.

 

Garlet destacou ainda que para acabar com este problema o pátio teria que ser totalmente coberto e a Brigada Militar permanecer no entorno do presídio 24h, algo inviável no momento. Explicou que os arremessadores são normalmente menores, que são pegos e depois soltos, muitas vezes voltando a cometer o ato.

 

Hoje há guaritas com agentes da SUSEPE que monitoram o local, sendo que quando identificam um arremesso entrando depois é identificado o preso e feita uma revista na cela.A situação pode começar a mudar quando a casa prisional for reformada.

 

Atualmente o projeto está em fase final de conclusão para após ir para a licitação. A reforma prevê pátio coberto e scanner corporal, por exemplo. A previsão de licitação é para 2019.