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Cidade

Arquitetura sustentável pode ser a solução para o crescimento urbano

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O crescimento urbano e sua relação com a sustentabilidade é uma constante discussão nos dias de hoje, onde os recursos naturais se tornam mais escassos a cada dia e em contrapartida aumenta a necessidade de se oferecer moradias. 

 

Atenta a essas importantes questões a Rádio Uirapuru debateu no Ecologia, de sábado (27), qual a cidade querem viver os passo-fundenses no futuro.  Participando no estúdio os responsáveis pela MML Arquitetura, Pablo Frediani Lima, diretor técnico, Manolo Frediani Lima, gerente de negócios, a professora da IMED, arquiteta Litiane Benincá e o arquiteto Paulo Iglesias. 

 

 

Sem espaços na área central, a construção civil se espalha e tudo está cada vez mais distante de onde moram as pessoas.  Ocupando-se mais espaços e perdendo tempo no trânsito, quando existem alternativas que podem gerar melhor qualidade de vida, além de reduzir os impactos negativos da vida moderna. 

 

 

Essas alternativas, facilitam a vida das pessoas, que podem morar e trabalhar no mesmo local.  A professora fez questão de ressaltar que embora para o público em geral, essa visão de construção sustentável seja nova, nos cursos e ambientes acadêmicos é uma realidade.  Registrando que um empreendimento, ambientalmente correto, pode propiciar economia e mais conforto para quem vai viver no imóvel.

 

 

O engenheiro e diretor técnico da MML, Pablo Frediani Lima, fez questão de ressaltar que hoje, infelizmente, são poucas as empresas que buscam excelência neste tipo de arquitetura, pois obter certificações na área e investir neste tipo de material diferenciado, ainda, custa muito caro.  Na outra ponta, a população não esta, culturalmente, acostumada em investir neste tipo de ativo, intangível, que é a sustentabilidade.

 

 

O responsável administrativo pela construtora, Manolo Frediani Lima, ressaltou que a solução, inicialmente, seria que políticas públicas fossem criadas, para incentivar as empresas e profissionais a adotarem essa política ambientalmente correta, em detrimento da economia na execução da obra.  Sugestões como descontos no imposto de empresário ou no IPTU dos compradores seriam bons começos.