Após três anos, advogado afirma que famílias vítimas da boate Kiss seguem desassistidas
Em 2016 a tragédia da boate Kiss completou 3 anos. Na madrugada de 27 de janeiro de 2013, centenas de jovens perderam a vida em Santa Maria durante o incêndio da boate. Passados três anos, as famílias das vítimas ainda sofrem com a perda de seus entes queridos.
O advogado Luiz Fernando Smaniotto, representando as famílias de quem passou pela tragédia, mas sobreviveu à aquela noite, explicou que as famílias seguem desassistidas pelo poder público.
Para o advogado houve uma omissão do município de Santa Maria ,Estado e até mesmo uma contribuição para que a tragédia ocorre-se, citando um convênio com o Ministério Público para o local ficar aberto.
Smaniotto explicou que o Estado está flexibilizando a lei de funcionamento deste tipo de casa, o que facilita o surgimento de novos casos no futuro. Para Smaniotto todo o Estado foi vítima, já que, de alguma forma, alguém tinha conhecidos envolvidos naquela madrugada.
Na próxima semana o advogado estará na região para conversar com mais familiares de vítimas a fim de inteirar os mesmos sobre o processo judicial envolvendo os responsáveis pela tragédia.