André Esteves e Diogo Ferreira têm prisão preventiva determinada pelo STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki converteu neste domingo (29), as prisões do banqueiro André Esteves e do chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), Diogo Ferreira de temporárias para preventiva a pedido da PGR. Com isso, os presos pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato na última semana, que poderiam sair na meia-noite deste domingo, continuarão atrás das grades.
O material coletado nas buscas juntamente com os depoimentos colhidos no decorrer das prisões temporárias, segundo o ministro do STF, permitiram a decretação das prisões preventivas.
“De acordo com o artigo 312 do CPP [Código Processual Penal], esses requisitos são: garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria”, declarou o STF.