Alunos da Escola Lucille Fragoso de Albuquerque terão aulas no antigo Senai a partir da próxima semana
Interditada desde maio deste ano por apresentar risco de incêndio, a Escola Lucille Fragoso aguarda a conclusão do processo licitatório para a obra de reparo, orçada em aproximadamente R$ 320 mil.
Enquanto isso, o impasse em relação a realocação dos cerca de mais de 500 estudantes teve um novo capítulo nesta terça-feira (13), após uma reunião entre a comunidade escolar e a 7ª Coordenadoria Regional de Educação.
A partir da negativa em relação a proposta da Seduc de transferir os alunos temporariamente para o CIEP da Bom Jesus, local distante cerca de 40 minutos do educandário interditado, uma articulação dos pais e professores viabilizou a parceria com uma empresa privada para a elaboração do Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) para a ocupação do prédio do antigo Senai.
Na Uirapuru, a orientadora da Escola Lucille Fragoso, Maria Cristina Souza, explicou que houve o apoio do vereador Patric Cavalcanti (DEM) e por isso, nesta quinta-feira (15), a empresa que elaborou o PPCI apresentará o documento para a 7ªCRE, na intenção de direcionar os alunos já na próxima semana para o antigo Senai.
Maria garantiu que a Seduc aceitará o PPCI e que o documento será validado. No entanto, a orientadora reforçou que este procedimento é apenas um plano B e que a comunidade escolar vai lutar para ter aula no prédio original no ano letivo de 2020 e que não abrirá mão desta condição.