Sexta-feira é marcada por paralisação de escolas e atos contrários à reforma da Previdência
A sexta-feira (22) foi marcada por diversas manifestações em todo o país contrárias às mudanças propostas pelo governo Bolsonaro, em especial à reforma da Previdência.
Em Passo Fundo os atos do “Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência” foram organizados pelo núcleo do Cpers, que representa os professores estaduais. Foi realizada manifestação na Praça do Teixeirinha. Em razão disso, diversas escolas da rede não tiveram aulas ontem ou dispensaram os estudantes mais cedo. Para o sindicato dos professores, a reforma da Previdência representa um retrocesso e a precarização do trabalho.
Na Uirapuru, o diretor-geral do Cpers local, Orlando Marcelino, explicou que as mulheres serão as mais prejudicadas pela reforma, porque ela desconsidera toda a sua capacidade de trabalho. Disse que os contratos a partir de agora não serão mais por tempo determinado e sim intermitentes, o que vai fazer com que a aposentadoria de cada passe de 50 anos trabalhados.
Marcelino frisou que não podemos aceitar o ataque brutal aos trabalhadores e o movimento, com paralisação de atividades, visa unir mais frentes para barrar a reforma.