Skip to content

Polícia

Advogado afirma que família de Paula ficou sabendo pela Uirapuru que polícia trabalha com a morte da jovem

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

Nesta semana a Uirapuru conversou com a Delegada Regional de Soledade, Fabiane Bittencourt, que investiga o caso do desaparecimento de Paula Chaiane Perin Portes. A delegada explicou que as imagens mostram todos os envolvidos claramente carregando o corpo da jovem. O que não se sabe é se estava viva ou morta na hora. Há provas cabais da participação de todos, ainda que o corpo não tenha sido encontrado.

A delegada explicou que a motivação do crime seria que a jovem tinha informações sobre envolvimento de um deles no mundo das drogas. A delegada admitiu com pesar que a polícia não espera encontrar a jovem com vida.

Falando na Uirapuru o advogado Alisson Doneda, que representa o pai de Paula, contou que a família ficou sabendo através da entrevista da delegada para a Rádio Uirapuru que a polícia já trabalha com a morte da jovem. Revelou que a família ainda tinha uma esperança de encontrá-la com vida e a notícia pegou de surpresa. De acordo com Doneda, em nenhum momento a polícia chamou a família para esclarecer o caso e noticiar a linha de investigação.

Disse que o acesso ao inquérito policial foi complicado, sendo que o advogado só teve acesso recentemente. Doneda afirmou que ainda existem muitos pontos abertos dentro do inquérito. A motivação do crime, sendo que existem algumas hipóteses, mas nenhuma confirmada. Onde está Paula? Como aconteceu o crime? Qual local específico do crime? São algumas das perguntas que a família quer elucidar. O advogado acredita que a possibilidade de queima de arquivo pode se confirmar, porém tudo ainda está muito vago.

A família desconhece o envolvimento de Paula com o tráfico ou uso de drogas e a relação dela com o principal suspeito, Micael Willian Rossi Ortiz, 22 anos, que segue foragido é recente. De acordo com Doneda, Paula foi morar com o pai em soledade há cerca de um mês, portanto o contato entre eles foi durante esse período. O advogado concluiu dizendo que mesmo que o corpo de Paula nunca seja encontrado, há elementos suficiente para o processo ter continuidade e os suspeitos serem julgados e condenados.

Ouça a entrevista com o advogado Alisson Doneda: