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Saúde

A partir de agosto, unidade de emergências médicas do HC será restrita a este tipo de casos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o Hospital da Cidade (HC) vai melhorar os processos gerenciais que envolvem o atendimento em saúde na Unidade de Emergências Médicas (UEM). Com o apoio do comitê consultor do Proadi-SUS, formado por hospitais de excelência a nível nacional, como o Sírio-Libanês, será possível fortalecer a otimização do fluxo, a capacidade de resposta e a qualidade assistencial do serviço hospitalar de urgência.

 

Nesta semana uma equipe do Sírio-Libanês esteve no HC fazendo um diagnóstico e na próxima semana nove funcionários do Hospital da Cidade vão até São Paulo participar um curso de treinamento. A cada 15 dias o comitê visitará a instituição para fazer as intervenções necessárias, e esse acompanhamento vai permanecer por três anos.

 

Em entrevista na Uirapuru, o administrador do HC, Luciney Bohrer, explicou que a ideia é ter um número adequado de pacientes para ser atendido na emergência e com qualidade, visando a preservação de vidas. Com isso, foi acordado com o Estado, município e Conselho Municipal de Saúde, que a partir do dia 1º de agosto os atendimentos na Unidade de Emergências Médicas do HC serão restritos a casos de urgência e emergência, que são aqueles com risco eminente de vida. Entre eles: pacientes com ferimento de arma branca ou arma de fogo, suspeito de AVC ou infartados, pacientes cirúrgicos.

 

Bohrer contou que hoje muitas pessoas procuram o hospital para fazer consultas, trocar receitas e pegar atestados, procedimentos que deveriam ser feitos na rede básica de saúde. Atualmente são atendidos 150 pessoas por dia na Unidade de Emergências Médicas, 60% não precisariam estar lá. Para agosto também está previsto o início da obra de reforma do setor, que deve durar até acerca de dois anos.