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Meio Ambiente

Surto de dengue na Lucas Araújo: moradores confirmados são da mesma família, diz vigilância

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Passo Fundo apresenta alta incidência de mosquitos da dengue
Passo Fundo apresenta alta incidência de mosquitos da dengue

O Núcleo de Vigilância Ambiental em Saúde emitiu um alerta para os casos de Dengue no Bairro Lucas Araújo. Do dia 19 de março até agora, foram registrados quatro autóctones. Outros seis estão sob análise.

Em entrevista à Uirapuru, a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental em Saúde, Ivânia Silvestrin, relatou que é possível que outras pessoas do bairro sejam positivadas com dengue. Conforme Ivânia quatro pessoas da mesma família confirmaram dengue.

O alerta foi emitido para chamar atenção do bairro Lucas Araújo, ela enfatiza que todas as pessoas precisam ter o hábito de verificar o pátio de suas residências e eliminar a água parada. São ações simples e necessárias, pondera.

Ivânia esclarece que o município é infestado desde 2013. A vigilância está investigando se os casos são da cidade ou importados.

Por orientação do estado, a Vigilância Ambiental em Saúde está pulverizando as casas de pessoas com casos positivos e casos suspeitos. A intenção é abranger mais quarteirões do bairro.

Alguns sintomas da Dengue são semelhantes aos da Covid-19, como febre, dores de cabeça e no corpo e mal estar. Além disso, a doença pode apresentar manifestações como dor no fundo dos olhos e manchas avermelhadas na pele. É fundamental que qualquer suspeita seja notificada e comunicada imediatamente à Vigilância.

Uma equipe de 27 agentes de combate às endemias visita os imóveis e orienta a comunidade sobre os cuidados.

O primeiro levantamento sobre a prevalência do Aedes aegypti realizado no município em 2021 evidencia um índice de 2,3% de infestação. Isso significa que, a cada 100 casas visitadas, 2,3 tiveram a presença mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya, zika vírus e febre amarela, indicando risco médio para epidemia das doenças.

Ouça a entrevista com a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental em Saúde, Ivânia Silvestrin: