3ª Etapa da Liga Gaúcha de Futsal de Surdos ocorreu na UPF
A Universidade de Passo Fundo sediou, no último sábado, 15 de outubro, a 3ª Etapa da Liga Gaúcha de Futsal de Surdos. O evento aconteceu no Ginásio Poliesportivo da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (Feff), Campus I, e teve como objetivo incentivar a prática de esportes, desde a participação até o alto rendimento, fortalecendo o lazer como forma de integração entre as comunidades surdas.
Os jogos contaram com a parceria do projeto de extensão Polo Regional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer, que é coordenado pela professora Lorita Maria Weschenfelder. Disputaram as partidas oito equipes masculinas: Sociedade dos Surdos de Caxias do Sul (SSCS), Sociedade dos Surdos de Esteio (SSE), Associação de Surdos do Rio Grande do Sul (SSRS), Associação dos Surdos de Santa Maria (ASSM), Sociedade dos Surdos de Santo Ângelo (APASSA), Associação dos Surdos de Passo Fundo (ASPF), Associação dos Surdos de Novo Hamburgo (AMIS) e Associação dos Surdos de Sapucaia do Sul (AGSSS). A SSRS foi a campeã da competição, seguida da ASPF no segundo lugar e a AGSSS na terceira colocação.
Entre atletas e torcedores, mais de duzentas pessoas participaram do torneio, que recebeu infraestrutura e organização pensadas para recepcionar da melhor forma as pessoas com deficiência auditiva e os ouvintes. A 3ª Etapa da Liga Gaúcha de Futsal de Surdos também teve como parceiros a Associação de Surdos de Passo Fundo, a Associação de Tradutores e Intérpretes de Libras, a Federação Desportiva de Surdos do Rio Grande do Sul, e o SESC – RS Passo Fundo. O Campeonato Gaúcho consiste em cinco etapas, e a melhor equipe dessas consagra-se campeã estadual.
1ª Corrida da Acessibilidade
Uma outra ação, também realizada no sábado (15), contou com o envolvimento do Polo Regional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer. Em frente à Igreja Santa Terezinha, aconteceu a 1ª Corrida da Acessibilidade, organizada pela Associação Amor de Mães Especiais (AME).
Na oportunidade, bolsistas ligados ao projeto e acadêmicos voluntários do curso de Educação Física desenvolveram atividades de recreação com o público. Para a professora Lorita, a inciativa feita pela AME é louvável. “É necessário que a sociedade compreenda que as pessoas com deficiência têm direito ao esporte, ao lazer e à ludicidade”, constata a coordenadora do projeto de extensão Polo Regional de Desenvolvimento do Esporte e do Lazer.