Instrutor de tiro afirma que arma sozinha não protege e usuário precisa de preparo
Uma das primeiras ações do presidente da República Jair Bolsonaro ao assumir o mandato foi editar o decreto que flexibilizou a posse de arma de fogo. A discussão a respeito do porte de armas também esteve em pauta na ocasião. A medida reacendeu os debates a respeito do tema e divide opiniões entre os brasileiros.
No programa “Emoção, Afeto e Comportamento”, o doutor Érico Hecktheuer recebeu o policial federal aposentado e instrutor de tiro, Alexandre Nogueira, para debater até que ponto o armamento da população reflete na autodefesa do cidadão.
Nogueira explicou que a arma de fogo em si tem poder de defender a população, desde que exista preparo técnico para tanto. Contudo, somente possuir a arma produz uma falsa sensação de segurança.
O instrutor de tiro questionou de que forma o cidadão poderá se defender de uma agressão por arma de fogo estando desarmado.
Da mesma forma, reiterou que uma arma pode funcionar como o meio mais eficaz de causar graves danos a coisas e pessoas.