Juíza nega pedido de prisão preventiva de dentista denunciado por morte de gerente de banco em Anta Gorda
Em um novo capítulo do caso envolvendo o desaparecimento e a morte presumida do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jair Potrich, o promotor André Prediger pediu a prisão preventiva do vizinho da vítima, um dentista.
Para a Polícia Civil não havia dúvidas de que o homem matou o gerente, escondeu o corpo e alterou imagens no sistema de monitoramento do condomínio onde ocorreu o crime.
Poucas horas depois, a solicitação do promotor foi analisada pela juíza Jacqueline Bervian, que negou o pedido de prisão preventiva do dentista.
A denúncia havia sido entregue ao Judiciário e apresentada em coletiva de imprensa no Ministério Público de Encantado.
Relembre o caso
O bancário sumiu em 13 de novembro após chegar de uma pescaria e poucas pistas foram deixadas no local.
O vizinho acusado chegou a ser preso em 23 de janeiro, mas foi solto sete dias depois. O fato da mudança de posição das câmeras, nitidamente feitas pelo acusado, foi a motivação do pedido de prisão preventiva do dentista.
A defesa do homem alega que as provas não comprovam a sua autoria no crime.