Médico alerta: viagens para áreas de risco são principal fator para espalhar febre amarela
O Brasil vive um momento delicado com a Febre Amarela. O número de óbitos aumenta a cada semana e somente em Minas Gerais já se aproximam dos 40. A doença causa sintomas parecidos com uma forte gripe, mas traz reflexos no fígado, causando uma tonalidade amarela na pele, dando origem ao seu nome.
O Rio Grande do Sul tem dois casos suspeitos, mas nada confirmado ainda. A taxa de mortalidade para quem adquire a doença, transmitida por um mosquito, é considerada alta.
Falando na Uirapuru no quadro Saúde em Família, ontem (31), o médico Alberi Grando explicou que a forma de transmissão precisa ser melhor compreendida. A doença é propagada na mata, por meio de um mosquito específico, que ao picar uma pessoa acaba passando o vírus. Essa pessoa, contaminada, pode ser picada na cidade pelo mosquito Aedes, conhecido transmissor de várias doenças. Na cidade, o Aedes, que possui hábitos urbanos, pode levar a doença a um número grande de pessoas.
O médico alertou que são os turistas os maiores responsáveis por trazer a doença a áreas que não a tinham. Como recomendação está a vacina para quem for viajar, ainda que mais próximo da data.
Destacou que, por se utilizar do mosquito Aedes, a febre amarela é mais perigosa que a própria Dengue e as férias de verão acabam aumentando a propagação da doença.
Clique aqui e confira a lista de municípios com recomendação de vacinação