Trabalhadores da construção civil em Passo Fundo aguardam e torcem por retomada do setor neste ano, afirma sindicato
O mercado de locações e vendas sempre é aquecido nos primeiros meses do ano em Passo Fundo, pela chegada de novos moradores, estudantes e profissionais. Mas muitos perguntam: como está a geração de empregos por trás destes imóveis?
No passado chegou a faltar mão de obra para a construção civil na cidade e conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção e do Mobiliário de Passo Fundo (STICM), Luiz Osório Silva Silveira, o setor vive um momento de incerteza e os empresários aguardam uma resposta do governo para investirem. Com isso a oferta de emprego no setor é reduzida e começa o ano de forma tímida.
Os maiores geradores de emprego precisam de recursos e financiamentos, que no momento estão parados. Ele lembrou que a Construção Civil foi a primeira peça a sofrer o impacto da Operação Lava Jato, gerando muito desemprego com o fim de obras com recursos federais. Conforme Silveira, a cidade tem capacidade para empregar mais de 3 mil pessoas no setor da construção. No momento, porém, todos aguardam um sinal de recuperação.