Acúmulo de lixo aumenta a incidência de animais peçonhentos
O período de verão, de clima quente e úmido, propicia o aumento dos casos de acidentes com animais peçonhentos, tanto na zona rural como na urbana. O acúmulo de lixo, principalmente, está associado ao aparecimento de aranhas, serpentes, abelhas, lagartas, escorpião e lacraias. Em 2018, somente no Hospital São Vicente de Paulo, foram registrados 120 notificações de acidentes.
Conforme a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental, Ivânia Silvestrin, a população precisa dar o destino correto aos lixos. Ela recomenda acondicionar os resíduos em tambores, descartar entulhos em locais corretos, evitar de depositar materiais de construção em pátios e manter quintais limpos. Só assim haverá diminuição do número de animais peçonhentos. Ivânia lembrou que o acúmulo de folhas nos pátios é um foco para aranhas e escorpiões, assim como restos de madeiras que podem abrigar o inseto barbeiro, que transmite a doença de chagas. A população pode entrar em contato com a vigilância para tirar dúvidas.
Em caso de ataque de animais peçonhentos a orientação é primeiro procurar as emergências hospitalares, que vão identificar se a vítima precisa receber o soro para tratar o ferimento. Aqueles que tiverem interesse em mandar escorpião e barbeiro para a análise pode levá-los até a vigilância em um vidro. Em relação às lagartas, a vigilância pode identificar se é uma taturana e orientar a pessoa a fazer a eliminação delas. A Vigilância Ambiental, com exceção dos borrachudos, não faz o controle de pragas.
A Vigilância Ambiental está localizada na rua Silva Jardim, 727, no Centro. Os telefones são 3046-0073 e 3312-2972.