Skip to content

Segurança

Onda de violência põe comércio da cidade em estado de alerta

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Imagem não disponível

Em Passo Fundo, um aumento no número de assaltos tem preocupado moradores e principalmente comerciantes. Alguns foram roubados mais de uma vez, muitas vezes durante o dia, por isso eles reclamam da falta de segurança. Somente no dia de ontem, foram alvo da atenção de marginais, um dono de uma loja de materiais de construção, que foi agredido e roubado pela manhã, quando ia abrir o estabelecimento e um taxista que sofreu um sequestro relâmpago, sendo amarrado em um cerca.

Os donos e funcionários de postos de gasolina, fregueses assíduos dos bandidos, já não sabem o que fazer.
Para muitos a solução tem sido a contratação de segurança privada. Já não bastando ter que arcar com a alta carga tributária exigida para quem possui um comércio, eles tem que contabilizar mais essa despesa, que nem sempre garante que o local não sofrerá com o crescente aumento da violência.

Participando do programa Repórter do Povo, de ontem, o tenente coronel Fernando Carlos Bica, comandante do 3º RPMON, ressaltou que conhece essa realidade e gostaria de contar com um efetivo maior, para fazer frente ao número de assaltos, pois atualmente, infelizmente, não há como coibir todos os delitos.

Respondendo a questionamentos de ouvintes, o comandante falou sobre a questão de que em locais onde policiais militares fazem extra, como segurança, a presença das unidades da Brigada é maior. Segundo afirmou, essa é uma prática errônea, mas que acontece. Para evitar esse tipo de comportamento o 3º RPMON está trabalhando em um projeto de monitoramento de suas viaturas.

Ele também explicou que, realmente, alguns seguranças particulares passam por abordagens de policias, é que nem sempre eles estão identificados, e a ação é para propiciar mais segurança para os trabalhadores e para população.