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Cidade

Duas fonoaudiólogas atendem cerca de 200 crianças na APAE, mas a demanda é maior

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Entrou em contato com a Rádio Uirapuru uma mãe que tem uma filha com paralisia cerebral, que está matriculada na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e há um ano espera pelo atendimento de uma fonoaudióloga. Relata que no ano passado, no mês de setembro, foi contratada uma fono, mas ainda sim muitas crianças ficaram sem atendimento.

A mãe chegou a ser orientada a procurar auxilio na UPF, no entanto, ela explica que crianças com deficiência física precisam de um atendimento multifuncional e esse acolhimento tem que ser oferecido pela APAE.

Além disso, a mãe informa que há filas de espera para outros procedimentos, como para Hidroterapia, Ecoterapia, Terapeuta Ocupacional. De acordo com a psicóloga e coordenadora de Saúde da APAE, Cibeli Garbin Zanin, realmente existe o problema. Ela informa que, atualmente, duas profissionais trabalham para atender cerca de 200 crianças e ainda assim não é suficiente.