No ‘Minha terra, Minha história’ empresário Níveo Bellotti relembra a Passo Fundo de 50 anos atrás
O Programa “Minha Terra, Minha História”, desta semana, trouxe a história do empresário e professor, pessoa querida em Passo Fundo, Gino Níveo Bellotti, de 77 anos. Casado com Terezinha de Jesus Bellotti e pai dos filhos Rogério e Renato, é diretor honorário do Grupo Pampa e foi professor universitário, diretor do curso de Economia da Universidade de Passo Fundo (UPF) e presidente do Lions Passo Fundo Norte. Além disso, sempre foi um amante dos esportes, jogando por sete anos no 14 de Julho.
Passo-fundense nato, sua história começou com a vinda de seu pai da Itália para o Brasil, se instalando na cidade onde possuía um armazém. Sua vida profissional começou cedo, aos 16 anos, na firma dos primos, chamada Irmãos Tagliari, lá ficou por onze anos na chefia de uma seção de peças. Depois trabalhou em um laboratório e em seguida fundou a Pampa, em 1962 e em 66 a empresa se tornava revenda da Volkswagen, como é até hoje.
O empresário lembra que Passo Fundo, há 50 anos atrás era uma cidade muito industrializada, abrigando empresas de construção de ônibus, trilhadeiras, como a Menegaz, de bebidas, como a Serra Malte e a Brahma.Moinhos e frigoríficos também faziam parte deste setor na época. Depois, conforme relata Bellotti, as indústrias foram deixando a cidade e com a fundação do Hospital São Vicente de Paulo e da UPF, um forte comércio começou a se formar, mudando a vocação do município. E agora, ele registra que a cidade volta a se tornar foco de interesse de indústrias, se transformando em uma das localidades do Estado que mais se desenvolveu. Por esses e muitos outros motivos, ele garante que Passo Fundo Mora em seu coração.
Durante a entrevista, Bellotti lembrou dos jogos de futebol com o antigo diretor da Uirapuru, Bruno Markus e também do tempo que trabalharam juntos na UPF. De Luis Fragomeni, também diretor da emissora, recordou de como era um médico diligente. Contando o caso de quando quebrou o braço, no 14 de Julho, e em viajem a Sarandi encontrou o Dr.Luis que disse, contrariando o massagista do time, que ele havia quebrado o braço, informação confirmada quando chegou a Passo Fundo e teve que operar o braço.