Partilha de bens e desapego material são as grandes bandeiras do Papa Francisco
Desde que
assumiu o controle da Igreja Católica, ainda em 2013, o Papa Francisco tem
defendido o desapego de riqueza, criticado a postura histórica da Igreja
Católica e promovido ações que tornaram os fiéis mais confiantes na
instituição.
Ausência de itens luxuosos, como carros e ouro, são a marca
registrada do Pontífice, que declarou na semana passada que o mundo precisa
pensar menos no dinheiro e mais nas pessoas. Para o Papa o poder, luxo e
dinheiro tornaram-se ídolos, e isso é mais perigoso que falsos santos, pois
cega às pessoas para com o próximo. Em entrevista na Uirapuru, o Padre
Alexander Jaeguer, explicou que a escolha do nome “Francisco” representa uma
reforma, uma mudança dentro da postura e da própria igreja.
Conforme ele o Papa
deixa claro que a pobreza é uma injustiça, e combate os mecanismos que geram a miséria,
tocando primeiro na Igreja e depois na sociedade como exemplo.
Em
comunicado recente, o Papa também destacou que existem riquezas muito mais
valiosas que os fiéis devem cultivar e querem sempre aumentar: a riqueza
espiritual e em fé.
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