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Agronegócios

Agricultura empresarial exige cada vez mais tecnologia do maquinário agrícola em Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Se no passado a produção era colhida á mão, com a ajuda de toda a família na lavoura, hoje as máquinas assumiram essa função e com duas pessoas, apenas, é possível tocar a produção. Este avanço veio com a tecnologia e o pioneirismo das empresas fabricantes de implementos, que estão em constante evolução.

 

Eduardo Copetti, engenheiro agrônomo e gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produto da Semeato Indústria e Comércio, explicou que a agricultura de Passo Fundo segue o que existe de mais moderno no mercado. Ele destacou que hoje o produtor sabe que precisa investir em equipamentos de qualidade e precisão, para evitar perdas.

 

Atualmente o produtor está investindo pesado, com maquinas de R$60 a R$600 mil Reais, favorecido por financiamentos e outras facilidades e incentivos. Sobre o investimento ele explica que cada produtor tem uma necessidade, que varia de acordo com a propriedade, mas o preço já não é mais fator de escolha e sim a eficácia da máquina.

 

Copetti frisa que para ter grandes resultados, no futuro, é preciso planejar a produção e escolher a maquina certa, para isso a Semeato fabrica maquinários dentro da necessidade do produtor local, um diferencial que soma. A respeito de Passo Fundo, ele destacou no momento a cidade oferece produtos especiais, com fabricação de alta qualidade e a um custo dentro do mercado.

 

Ele registra que antigamente era preciso recorrer aos grandes centros que fabricavam maquinários, encarecendo a compra e obrigando os agricultores a continuarem usando o mesmo equipamento, já obsoleto. Hoje existem produtores que estão em atualização constante, atentos ás novas tecnologias, melhorias que são expostas em grandes feiras como a Expodireto.

 

Copetti falou, ainda, que até mesmo a agricultura familiar tem investido pesado em maquinários, com financiamentos particulares a preços acessíveis e cobrindo a lacuna deixada pela falta de jovens que queiram trabalhar nas lavouras.