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Geral

No Minha Terra, Minha História o rei do bandoneon: Tio Mena Barreto conta sua história

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Esta semana, no “Minha Terra, Minha História”, pela Rádio Uirapuru, participou um dos mais queridos personagens e músicos de Passo Fundo: Plínio Mena Barreto, ou como é carinhosamente conhecido, Tio Mena. Filho do Capitão da Guarda Nacional, Felipe Olímpio Barreto do Amaral e de dona Altiva Ferreira do Amaral, nasceu no ano de 1924, no 1º Distrito de Lagoa Vermelha, hoje Município de Capão Bonito do Sul.

 

Da meninice, até os 19 anos, viveu com os pais, na lida do campo e onde surgiu o interesse pela música. Depois de ter servido o Exército Nacional  e dado baixa como 3º Sargento, foi para Clemente Argolo, onde teve uma Serraria com 150 hectares de Pinheirais para beneficiar.

 

Foi nessa época que seu Plínio encantou-se e casou-se com dona Elza de Souza (in memorian). Com ela morou em Catuípe, depois mudou-se para Santo Ângelo estabelecendo-se com Bar e Churrascaria, e formando o Conjunto Anay, uma verdadeira Orquestra. Em 1964 chegou em Passo Fundo, indo morar na Av. Rio Grande e logo integrou-se a grande família do CTG. Lalau Miranda.

 

O casal Plínio e Elza, geraram duas filhas, Circe Maria e Zenilda (Kika) Barreto do Amaral. Além de ter quatro netos. Aos 90 anos, seu Plínio Mena Barreto, “o Rei do Bandoneon de Passo Fundo”, já participou de muitas comissões julgadoras de concursos artísticos e culturais, tendo arrematado nos Festivais do MTG –FEGART e ENART.

 

Idealizou e fez realizar o Primeiro Encontro de Bandoneon em Passo Fundo, no ano de 2003, e hoje, o evento já realizou sua 16ª edição. Sendo um dos maiores incentivadores, da lei criada pelo deputado Basegio (PDT), que transforma Passo Fundo, na Capital Nacional do Bandoneon.

 

Para ele a música hoje carece de novos festivais e iniciativas que levem os jovens a se interessar pelo tradicionalismo. Por isso, continua acreditando na cultura gaúcha e lutando por Passo Fundo, sua terra do coração.