Caso Bernardo: pai e madrasta apontados como mentores do crime
Na tarde desta terça-feira a Polícia Civil divulgou o inquérito do Caso Bernardo Boldrini, 11 anos. As investigações duraram mais de 30 dias.
O pai do garoto Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e a assistente social Edelvânia Wirganovicz foram indiciados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Uma solicitação de prisão preventiva dos três foi encaminhada à Justiça.
Segundo a polícia, o pai de Bernardo deve ser responsabilizado como mentor do homicídio. Ele também é acusado de comprar o remédio Midazolan, injetado no garoto provocando sua morte.
A polícia afirma que Leandro e a esposa Graciele planejaram não só a morte do garoto, como a história para ficarem impunes.Graciele é indiciada como mentora e executora do homicídio e ocultação de cadáver.
A amiga da madrasta, Edilvânia responderá por executar delito de homicídio e também ocultação de cadáver. Segundo a PolíciaCivil, ela recebeu dinheiro para colaborar com o crime.
“Desarmonia de relacionamento familiar estabelecida”, segundo a polícia, foi a motivação do crime.
Apontou-se através da investigação que Bernardo foi morto com uma injeção letal, sendo dito ao menino que era um remédio para se benzer.
Para convencê-lo a ir até a cidade de Frederico Westphalen (onde aconteceu o crime) o casal disse que a madrasta o levaria comprar um aquário.
Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia preso no último fim de semana, a polícia ainda não tem nenhuma conclusão e segue investigando. Conforme uma testemunha, ele teria ajudado a cavar a cova onde Bernardo foi enterrado.