Para delegada o pai arquitetou o plano para matar o filho
Encerrando a coletiva, a delegada Caroline, falou sobre o caso contra Leandro. Explicando que conforme o inquérito, o plano foi arquitetado por ele. Tendo testemunhas que comprovam o fato.
Outros indícios que ligam o pai ao crime são a compra do Midazolan comprimido, com seu receituário e, ainda, o fato de ter sumido do setor de endoscopia, coordenado por ele no Hospital de Três Passos, ampolas do medicamento.
Finalmente, Leandro havia inicialmente dito que teria ligado várias vezes, para o telefone celular do filho, após seu desaparecimento. Mas em casas de amigo do menino teria dito depois, que não adiantava ligar para Bernardo, pois ele não havia levado o celular.
Sobre o fato de tanto Graciele, quanto Edelvânia negarem a partição de Leandro, a delegada revela que escutas realizadas, com autorização judicial, dão conta que isso não passa de uma estratégia da defesa dos indiciados.
O 4º suspeito preso, Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia, segue sendo investigado e preso preventivamente. A prisão foi justificada pela polícia pelo fato de ele ter sido visto perto do local onde a cova foi feita. Segundo a polícia, o terreno era de difícil escavação e a ajuda de um homem seria possível.