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Saúde

Processo de instalação da UPA em Passo Fundo será acelerado

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Durante a posse do novo coordenador regional de Saúde, Lauri de Carli, ocorrida na semana passada, a secretária estadual de Saúde, Sandra Fagundes, em entrevista na Uirapuru falou de algumas ações do governo para melhorar o atendimento a população gaúcha.

 

Entre as ações ela citou a entrega de pelo menos 30 unidades de pronto atendimento (UPA) no Rio Grande do Sul até o final do ano. Funcionando como mini-hospitais as UPAs oferecem atendimento  24horas,  sete dias por semana e podem resolver grande parte das urgências e emergências. Para isso contam com leitos, equipamentos para exames, consultórios, médicos e enfermeiros. 

 

No Estado 9 UPAs estão em funcionamento e outras 13 com obras em fase adiantada. Nesta relação não consta a unidade que está prevista para Passo Fundo.

 

De acordo com a Secretaria de Saúde a cidade ainda não definiu o local para a instalação. Inicialmente foi disponibilizada pela prefeitura área nos  fundos do Hospital Municipal Cezar Santos,  o que não foi aceito.

 

Outros locais estão sendo estudados e ainda não há uma definição o que acabou atrasando a implantação do projeto. A secretária afirmou que uma das metas do novo coordenador regional de Saúde é agilizar os processos para que a construção da UPA em Passo Fundo saia do papel  quanto antes.

 

Pelo cronograma do governo Passo Fundo deve ganhar uma Unidade do Tipo III, com capacidade para atender até 450 pacientes/dia, com 23 leitos e um valor estimado em R$ 3 milhões. Para incentivar os municípios a instalarem UPAs, o governo estadual está antecipando verbas para a manutenção das unidades. Para o funcionamento, as UPAs contam com financiamento da União, do Estado e dos municípios.

 

Na prática o governo estadual repassa, mensalmente, recursos para as prefeituras em forma de cofinanciamento. Os repasses variam de acordo com o porte e a qualificação da unidade, ficando entre R$ 100 mil e R$ 350 mil mensais. O Ministério da Saúde, também financia as unidades em funcionamento, com repasses de R$ 100 mil a R$ 500 mil por mês, com o valor restante sendo a contra partida do governo municipal.