Secretário afirma: prefeitura tem fiscalização sobre qualidade do asfalto utilizado nas obras viárias da cidade
Sobre a qualidade do asfalto no município, um ouvinte, que é trabalhador de uma usina de asfalto, revelou detalhes sobre a composição do produto até que ele seja despejado nas ruas, enfatizando existem quantidades de matérias primas que devem ser misturadas de forma a garantir boa qualidade.
Segundo citou, o que geralmente acontece, é que essas medidas e técnicas de preparo adequadas não são respeitadas visando economia. No entanto acabam gerando um produto final de baixa qualidade e que dura, em média, apenas dois anos, quando era para ter vida útil de quinze ou vinte anos.
No município, nos contratos firmados com empreiteiras, por exemplo, a Secretaria de Obras é responsável por fiscalizar a qualidade do asfalto colocado nas ruas. Segundo o secretário João Bordim, existem especificações que devem ser seguidas pelas empresas contratadas.
São critérios estipulados pelo DAER e pelo DENIT também empregados em outras cidades brasileiras. Além disso, são feitos testes em laboratório da UPF para garantir que o asfalto que é comprado pela prefeitura está dentro das normas estabelecidas. Caso isso não seja comprovado, o produto é devolvido.
Para finalizar João Bordim diz que existem alguns fatores que também devem ser levados em consideração quando se fala em vida útil do asfalto, como quantidade e peso dos veículos que trafegam na via, por exemplo.