Beto lamenta a perda de Eduardo Campos, mas afirma que chama acesa por ele não pode apagar
Na manhã de hoje, o deputado federal Beto Albuquerque, vice-presidente nacional do PSB, falou aos seus conterrâneos passo-fundenses sobre o trágico acidente de avião que vitimou o candidato a presidente Eduardo Campos, que junto com assessores e fotógrafos veio a falecer em Santos, cidade do litoral paulista.
O deputado estava então em São Paulo, para onde foram levados os corpos, para que a perícia fosse realizada, aguardando cronograma dos peritos, para marcar a série de homenagens que serão feitas a Campos e as demais vítimas.
Muito emocionado, Beto iniciou agradecendo, por ele e pela família do candidato, a todos pela solidariedade dispensada. Registrando que Eduardo Campos, um homem de bem e de família, era para seus correligionários as portas para esperança. Revelando que sua candidatura vinha crescendo e entusiasmando o Brasil. Lembrando, ainda, da última vez que esteve no Rio Grande do Sul, com Campos, visitando algumas cidades, no avião que ontem veio a causar a sua morte.
Beto fez questão de afirmar, que embora o choque tenha sido muito grande e que superar uma tragédia como essa não seja tarefa fácil, registrando a dor pela perda de seu irmão e a equiparando a perda do seu filho Pietro, o seu objetivo agora é não deixar a chama acesa por Campos apagar.Frisando que ele era uma pessoa simples e acessível, encantadora e convicta de seus ideais.
Sobre os rumos que a candidatura do PSB, ao Palácio do Planalto, deverá seguir, Beto diz ser cedo para afirmar. O momento agora é de união e solidariedade para aplacar a dor. No entanto, ele sabe que nos próximos 10 dias, como vice-presidente do partido, tem missão de definir qual será a melhor resposta para manter vivo o legado iniciado por Eduardo Campos.
Encerrando o deputado reforçou a triste coincidência de Campos ter morrido na mesma data em que o seu avô, o também político Miguel Arrais.