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Cidade

Eloi Taschetto garante que vai continuar servindo a comunidade e ajudando o próximo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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No “Minha Terra, Minha História”, desta semana, pela Rádio Uirapuru, o entrevistado foi um dos mais tradicionais cerealistas de Passo Fundo, Eloi Selesio Taschetto. Ele nasceu em Cachoeira do Sul, em 29 de novembro de 1933. É casado com Dona Luci Terezinha e possui 3 filhos.

 

Casou na cidade de Restinga Seca, em 19 de junho de 1958. Taschetto veio morar na cidade no começo da década de sessenta, no dia 28 de fevereiro de 1961, aos 26 anos. Logo no inicio da entrevista já disse que passou a gostar tanto da cidade, que não esqueceu a data de sua chegada, com sua família.

 

Registra, ainda, que estava na dúvida de onde iria morar, pensava em Caxias do Sul ou Bagé, mas quando chegou a Passo Fundo, nunca mais saiu. Dedicou sua vida profissional a agricultura e ao comércio de cereais, sendo pioneiro no recebimento de soja na região.

 

Na área do esporte também foi uma referência, sendo um dos primeiros presidentes do 14 de Julho e ajudando na criação do Esporte Clube Passo Fundo, agremiação que presidiu por 12 anos. Na vida religiosa, sempre a serviço da sua Igreja Santa Terezinha e, na política, deu sua colaboração buscando o melhor para a cidade, se candidatando duas vezes ao cargo de prefeito, pelo PDS. Não foi eleito, mas garante que a experiência foi muito positiva e que graças a ela, se tornou conhecido em todos os recantos do município.

 

Quanto à história do projeto de fornecer, para cada passo-fundense, uma cabrita, diz que na época a sua ideia foi mal interpretada, mas não se arrepende e afirma que o animal seria uma excelente fonte de alimento para as famílias.

 

Ele lembra também que na época que presidia as comemorações do Natal Som Luz e Amor da Praça Santa Terezinha, conheceu o Dr. Luiz Fragomeni, que transmitia as missas ao vivo na Rádio Uirapuru, um homem que como seu filho, Jerônimo Fragomeni, sempre admirou por fazerem parte da história da cidade.

 

Sobre seu lado solidário, diz que vai morrer gostando de servir uma comunidade e que apesar da idade é determinado e ainda tem muito para dar. Por tudo isso se intitula um, verdadeiro, morador apaixonado por Passo Fundo.