Escritório de Dal Agnol falsificava alvarás da justiça
No julgamento de um dos processos analisados pelo Juiz Sebastião Francisco da Rosa Marinho, da 4ª Vara Cível da Comarca de Passo Fundo, foi constatado que Maurício Dal Agnol alterava alvarás de pagamento e entregava como comprovante de prestação de contas aos clientes.
Conforme análise do magistrado foi descoberto que dados essenciais eram falsos e os alvarás eram adulterados de forma que dificilmente os lesados percebiam.
Com os alvarás verdadeiros em mãos, Dal Agnol sacava todo o dinheiro e no momento em que entregava para os clientes, a quantia era significativamente inferior.
No mesmo instante da entrega dos valores, era apresentado o documento já adulterado, impedindo o questionamento da vítima.
Em todos os processos que já foram sacados os valores, uma das vias originais do alvará está juntada nos autos, onde serve como prova do valor efetivamente sacado pelo advogado e que pode servir como comprovação dos crimes cometidos.
A partir dessas constatações, foi o que resultou na sua prisão, por falsificação de documentos.