Rádio: ferramenta convergente que nunca vai acabar
Ontem, 25 de setembro, foi comemorado o Dia do Rádio. A data foi escolhida pois no dia 25 de setembro nasceu Roquete Pinto – o “Pai do Rádio Brasileiro” -, fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Era uma fase experimental do veículo, sem grandes avanços tecnológicos.
Desde então o rádio assumiu lugar de destaque no desenvolvimento do País, estando presente e informando nos momentos mais decisivos da história.
Com acesso gratuito aos ouvintes, a ferramenta sobreviveu a outras mídias que foram surgindo, como a TV, telefone, vídeo e, por último, a internet. Muitos meios de comunicação sofreram alterações, sendo que o rádio segue fazendo o que sempre fez: informando o público.
Claudio Brito, advogado e profissional do rádio há décadas, afirmou que muita coisa mudou e vai mudar no contexto do rádio, mas por ser uma ferramenta eficaz, rápida e de acesso fácil, o rádio deve sobreviver até mesmo ao fim de outras mídias, noticiando o término e o início de novas plataformas ao longo dos anos.