Skip to content

Cidade

Prefeito diz que respeita greve dos municipários, mas cobra manutenção dos serviços públicos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Imagem não disponível

Ao analisar a paralisação dos servidores públicos municipais, deflagrada nesta quarta-feira (03) o Prefeito Luciano Azevedo destacou que respeita o movimento liderado pelo Simpasso, pois é um direito e algo legítimo dos trabalhadores.

 

Segundo o chefe do Poder Executivo, a prefeitura está acompanhando com serenidade a greve e trabalhando para que os serviços públicos sejam mantidos para não prejudicar a população que precisa ser atendida pelos órgãos municipais.

 

Disse que onde houver necessidade, em algumas áreas, o serviço será reforçado. Com relação a pauta principal da paralisação, a mudança no pagamento do ticket alimentação, o prefeito disse que o projeto de Lei, que está sendo finalizado e deve ser entregue até esta quinta-feira na Câmara de Vereadores, prevê um valor de R$ 550,00 por mês, sendo o maior pago por uma prefeitura no Rio Grande do Sul.

 

Disse que atualmente os servidores recebem R$ 402,00 por mês, o que totaliza R$ 4.800,00 se somados os 12 meses do ano.

 

Com a nova proposta, o pagamento de 11 meses chegará a R$ 6.000,00. Luciano Azevedo explicou ainda que esse projeto  visa manter o beneficio para os servidores que sofram acidente de trabalho ou doença ocupacional e que precisem se ausentar das suas funções. Depois de protocolado na Câmara, o prefeito salientou que vai dialogar com o Sindicato e com os trabalhadores para detalhar essa proposta.

 

Além do ticket alimentação, os servidores afirmam que a greve também é motivada pelo não atendimento de outras reivindicações, como a situação do magistério, do Hospital Beneficente Dr. César Santos, das Agentes Comunitárias de Saúde, dos motoristas e operadores de máquinas.

 

O prefeito Luciano disse que entende a posição do Simpasso, e que desde o início de seu governo dezenas de reuniões foram realizadas. Nesse período algumas pautas foram atendidas e outras não.

 

Avaliou ser normal que isso ocorra e que a prefeitura continua respeitando as reivindicações e atendendo-as de acordo com as possibilidades do município e também dentro do que a legislação estabelece.