Sem Segredo pergunta: para combater a corrupção, Dilma deve manter ou cancelar as alianças políticas para poder governar?
A Corrupção que assola o Brasil há muitos anos tem cada vez mais ganhado espaço na opinião pública, diante de tantos casos descobertos. Trata-se de um comportamento que tomou conta da política, das instituições públicas e de seus respectivos agentes. A corrupção de uma forma generalizada é encontrada em todos os partidos e compromete o crescimento do país e a melhoria das condições de vida da população.
A presidente do Brasil, Dilma Roussef, vai assumir um novo mandato em 2015 e a grande dúvida é sobre o que irá fazer para contornar essa situação. Será que a presidente deveria aproveitar esse momento para romper com os partidos e tentar um pacto com o povo, com as pessoas de bem, para a salvação das instituições do país?
O sistema político em prática no Brasil apresenta uma relação carguista entre poderes e os interesses ficam jogados para o segundo plano. Em alguns países do mundo a política é outra, onde o modelo que funciona não é o da troca por cargos, dinheiro e outras vantagens.
Nos Estados Unidos, por exemplo, ninguém se vende. Lá tem vezes que a oposição ferrenha ao presidente vota favorável a ele em temas considerados importantes para o país, mas aqui do jeito que está, o que fazer? Ainda dá para acreditar nos partidos e nos políticos ou é a hora de uma virada de mesa?
Agora mesmo a presidente Dilma está tendo dificuldades de formar o novo governo, pois na escolha de ministros a toda hora surge uma suspeita sobre os potenciais indicados. Ditadura não, mas continuar como está não é pior? Politicamente seria possível uma atitude drástica ou se perderia a governabilidade?
Este é o tema do Sem Segredo deste sábado que vai contar no estúdio com os convidados, Alberto Poltronieri e Rene Cecconello. Os ouvintes poderão participar pelo torpedo 91629923, pelo whatszapp 91629943 e pelos telefones 21041615, 21041616, 30454022, 30455022. O Sem Segredo começa as 9h30, na apresentação de Ronaldo Rosa.