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Política

Beto abre mão de cargo no estado e vai presidir federação de 4 partidos de oposição nacional

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Nesta terça-feira será instalada em Brasília uma Federação partidária, inédita no País, formada pelos partidos PSB, Solidariedade, PPS e Partido Verde.

 

O grupo vai agir unido politicamente pelos próximos quatro anos no Congresso Nacional. A presidência dessa federação será exercida pelo passo-fundense Beto Albuquerque, que em 2015 não ocupará nenhum cargo eletivo.

 

Durante entrevista na Uirapuru, o parlamentar citou que foi convidado pelo governador eleito José Ivo Sartori para assumir um cargo no governo estadual, mas preferiu seguir em Brasília. Segundo Beto, não há demérito nessa escolha. Diz que é um apoiador de Sartori, mas que deve continuar seu protagonismo na capital federal.

 

Beto Albuquerque sustenta que em 2015 será preciso cobrar justiça e exigir a punição aos corruptos, principalmente os que roubaram a Petrobras. E para isso, sua presença em se torna importante, pois a sua tarefa, depois que perdeu a eleição presidencial, é de fazer oposição é de cobrar as promessas e as mentiras feitas as vésperas do pleito.

 

Com relação a Federação partidária que vai presidir, Beto Albuquerque revelou que os partidos integrantes continuarão existindo da forma tradicional, mas estarão unida através de um estatuto próprio. O grupo terá a segunda maior bancada da Câmara Federal, com 67 deputados. Além disso, irá disputar todas as eleições até 2018, em todos os níveis.

 

Comentando o editorial do Jornal Troca-Troca Uirapuru, que destacou o seu destemor em assumir o risco, descartando concorrer a reeleição como deputado federal e aceitando ser inicialmente candidato a Senador e depois a Vice na chapa com Marina Silva, disse que tomou esse rumo por entender que depois de 4 mandatos deveria optar por um novo desafio.Segundo ele, isso foi necessário para arejar a política e permitir o surgimento de novas lideranças.

 

Beto Albuquerque encerra dizendo em 2015 retornará as suas origens de militante político, sem cargo, assim como ocorreu no início de sua carreira, em 1990, quanto atuava pelo DCE e pela APADECON. No entanto, agora com uma visibilidade de quem é dirigente nacional de um grande partido.