Reajuste de gás GLP a granel deve impactar em aumento para o comércio e condomínios
O reajuste em 15% na média, dos preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) a granel realizado pela Petrobras nas refinarias preocupa, mas a princípio não deve impactar no bolso da maioria dos consumidores.
Responsável por 29% dos volumes de vendas do gás liquefeito de petróleo no Brasil, o negócio de GLP a granel caracteriza-se pela distribuição por meio de caminhões-tanque e abastece, sobretudo, indústrias e comércio, além de condomínios residenciais.
A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR, entidade representativa da classe dos revendedores lamenta por mais este aumento. Avaliando que como no setor, a colocação de dois pesos e duas medidas são aplicados de forma corriqueira, os consumidores, a população que mora em prédios (condomínios) que precisam utilizar do P45 Kg, serão os maiores penalizados com este novo aumento.