Polícia investiga roubo de R$ 100 mil da casa de médico em Passo Fundo
Agentes da 2ª Delegacia de Policia da Cohab 1 estão investigando um assalto audacioso a casa de um médico, em Passo Fundo, de onde foram roubados R$ 100 mil em moeda corrente, sete mil dólares e jóias. O assalto ocorreu no final da tarde de ontem, quando quatro homens armados renderam do lado de fora da casa, a empregada doméstica de 35 anos.
A mulher foi rendida e levada na mira das armas para o interior da residência, localizada na rua Eduardo de Brito, na vila Annes, no centro da cidade. Na casa, os assaltantes renderam a mulher do médico de 36 anos, os filhos do casal, o menino de 6 anos e uma menina de 4 anos, além de outra empregada de 27 anos. Todos foram obrigados a deitar no chão da sala.
Enquanto, um dos homens mantinha as vitimas sob a mira da arma, os outros foram para o andar superior, onde ficava o cofre, que foi retirado do local e carregado no veículo usado no assalto. Os quatro fugiram em seguida com o cofre com R$ 100 mil em moeda corrente, 7 mil dólares, 60 relógios de marcas famosas como Rolex, uma pulseira em ouro avaliada em R$ 15 mil, três colares em ouro, uma espada modelo samurai, entre outros joias.
Além disso, o cofre continha 10 folhas de cheques de pacientes do médico no valor de R$ 5 mil e documentos. As vítimas foram deixadas trancadas num dos quartos da residência, mas a mulher conseguiu telefonar para o marido que acionou a Brigada Militar. Guarnições foram a residência, mas não havia como sair em buscas, pois as vítimas não conseguiram visualizar nem o veículo usado no roubo.
Um IPhone 6 com rastreador, levado pelos assaltantes, foi encontrado abandonado na rua Princesa Isabel, próximo a ponte do rio Passo Fundo, na vila Petrópolis, distante quatro ou cinco quilômetros do local do assalto. A polícia acredita que os marginais perceberam o que o aparelho tinha rastreador e o jogaram fora para evitar o rastreamento.
Os policiais da 2ª DP examinam imagens de câmeras de monitoramento de outras casas e estabelecimentos comerciais das redondezas, na expectativa de encontrar pelo menos imagens do veículo usado. A casa do médico não tem câmeras de monitoramento. Os assaltantes foram descritos como jovens na faixa de 20 anos, bem vestidos e não agiram com violência contra as vítimas.
Para a polícia não restam dúvidas de que os assaltantes tinham informações privilegiadas de que o médico guardava quantia significativa em dinheiro e joias em casa.