Baixar imposto estadual sobre o querosene é essencial para trazer mais voos para Passo Fundo
O Aeroporto Regional Lauro Kortz continua sendo uma fonte de preocupação para os passo-fundenses. Com a municipalização de alguns aeroportos do interior, essa foi uma possibilidade lembrada, por ouvintes na Rádio Uirapuru, para Passo Fundo.
De acordo com o deputado estadual pelo PCdoB, Juliano Roso, que esteve reunido com o ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha e com a Comissão Especial dos Aeroportos Regionais, em Brasília na última semana, o assunto que mais tem preocupado, no que se refere ao Aeroporto de Passo Fundo, é o imposto estadual sob o querosene.
Segundo Juliano Roso, em Santa Catarina, por exemplo, o imposto é bem menor, por isso a cidade de Chapecó tem hoje muito mais voos do que o município.
Sobre a municipalização o deputado diz ter dúvidas a respeito do sucesso da iniciativa. Conforme revela, em Chapecó que municipalizou o equipamento, o prejuízo mensal é astronômico. Mas acha que o assunto tem que ser discutido com a comunidade, lembrando que se o Aeroporto passar para as mãos da Prefeitura, o dinheiro para manutenção descobrirá outras áreas, também prioritárias.
Registrando que embora, atualmente, a Prefeitura apoie a administração do Aeroporto, que é Federal, mas hoje está cedida ao Estado, na limpeza e manutenção uma ideia para resolver os problemas estruturais do local seria uma parceria público-privada. Além disso, reforça que a chegada dos R$ 44 milhões anunciados pela União é essencial para recuperação do Lauro Kortz.