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Política

Beto defende fusão PSB-PPS como alternativa para a política no país

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O avanço das tratativas em torno da fusão entre o PSB (Partido Socialista Brasileiro) e o PPS (Partido Popular Socialista), que resultará em uma nova força política no campo da esquerda democrática e oferecerá ao país uma alternativa real ao atual governo federal, representa mais do que simplesmente a união entre as duas legendas.

 

Essa é a avaliação das direções das duas siglas, que estão em acelerado processo de união. Segundo o presidente estadual do PSB, Beto Albuquerque a fusão teve origem sob a liderança de Eduardo Campos, no ano passado, e oferece uma alternativa de poder à polarização PT-PSDB.

 

Beto salientou essa iniciativa tem coerência política e ideológica, já que os partidos possuem trajetórias de lutas comuns, marcadas por bandeiras que caracterizam a esquerda brasileira. O cronograma para a fusão está estabelecido e aponta que até setembro as duas siglas se transformem em um só.

 

O dirigente nacional adiantou que mesmo com o processo de fusão, a tendência é que a nova sigla mantenha o nome PSB e o número 40. Com a união o PSB passaria a contar no Rio Grande do Sul, com mais uma deputada estadual, Any Ortiz e a prefeitura de Passo Fundo, hoje liderada por Luciano Azevedo (PPS).

 

Durante entrevista na Uirapuru, Beto Albuquerque também falou sobre a atual conjuntura política nacional. Questionado sobre o ajuste fiscal, disse que se trata de um achaque proporcionado pelo governo de Dilma. Para o dirigente socialista, existem alternativas para o aumento de juros, elevação de impostos e com subtração de direitos como o seguro desemprego, pensões, restrições no Pronatec e no Fies.

 

Sobre sua carreira política e profissional, Beto Albuquerque citou que reassumiu sua função como advogado em um escritório de Porto Alegre. Em paralelo se dedica também a liderança partidária.