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Geral

Risco que Pizzolato corre nas prisões brasileiras foi motivo para Itália não conceder a extradição

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Em um novo capítulo, envolvendo Henrique Pizzolato, o Conselho de Estado da Itália, suspendeu a extradição do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil. Henrique Pizzolato, foi condenado, no processo do mensalão do PT, a 12 anos e 7 meses de prisão. O Conselho pediu ao Ministério da Justiça italiano que forneça mais documentos sobre o destino dele no Brasil. A  medida vale até dia 22 de setembro. Enquanto isso, ele continua preso na Penitenciária de Modena, na Itália.

 

Ele foi condenado no Brasil, ainda em 2012,  pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Em 2013, antes de ser expedido o mandado de prisão, ele fugiu para a Itália. Pizzolato tem dupla cidadania,  brasileira e italiana. A professora de Direito Internacional, Carla Deboni, explicou que o Conselho do Estado da Itália não se posicionou contrário perante a corte, se opondo simplesmente à extradição.

 

O que está barrando a saída de Pizzolato é a duvida com relação à segurança dele em uma prisão brasileira. Ela explicou que, em tese, trata-se de uma questão humanitária, já que, no Brasil, o acusado corre risco de sofrer atentado. Frisando que, sendo assim, o Conselho pode intervir, mas não mudar uma decisão da corte.