Greve no INSS: quem tiver perícia terá que reagendar após término do manifesto
Iniciou ontem (07) a paralisação dos trabalhadores do INSS em vários estados brasileiros. Sendo o Rio Grande do Sul um deles em Passo Fundo, por ter uma agência regional, o movimento teve grande impacto.
O assistente social Weber Nunes, explicou que os trabalhadores lutam por contratações de funcionários, implantação de plano de carreira e reajuste salarial, repondo as últimas perdas. O momento é tenso e a população, infelizmente, vai sofrer os efeitos colaterais da greve.
Entre os serviços que devem ser afetados, estão o encaminhamento de aposentaria, encaminhamento de auxílio-doença, emissão de certidão de tempo de contribuição e consulta de perícias médicas agendadas.
Weber Nunes frisou que na agência de Passo Fundo a adesão foi de 100% dos agentes, paralisando todos os serviços. A orientação é para que as perícias e atendimentos não realizados sejam remarcados quando a greve encerrar.
A lei estabelece um percentual mínimo de 30% para atendimento junto à população, mas 100% dos trabalhadores estavam paralisados na tarde de ontem. Conforme os grevistas os 30%, somente, serão mantidos com determinação da Justiça.