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Política

Situação defende congelamento de salários e oposição prevê greve de servidores gaúchos em 2016

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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A aprovação do Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), do Governo Estadual para 2016, na Assembleia Legislativa, comentada por deputados de lados opostos, na Uirapuru. Gilberto Capoani (PMDB) e Edgar Pretto (PT) apresentaram seus pontos de vista em relação à matéria. A LDO estabelece as regras para formulação do orçamento estadual do próximo ano. O ponto mais polêmico é o que determina o congelamento dos salários dos servidores públicos estaduais e o custeio dos poderes Executivo, Judiciário, Assembleia Legislativa, Ministério Público e Defensoria Pública.

 

O texto aprovado proporcionará que o governador José Ivo Sartori implante seu ajuste fiscal com o objetivo de buscar a saída para a crise nas finanças estaduais. Essa foi à posição defendida por Capoani, que sustentou ainda que o ex-governador Tarso Genro (PT) quebrou o Estado e deixou uma herança maldita para o sucessor. Segundo o parlamentar, não há como enfrentar a atual situação sem que se tome medidas rigorosas, pois o déficit das contas públicas está inviabilizando o crescimento do Rio Grande do Sul.

 

Já o petista Edgar Pretto foi aumentou o tom das críticas ao projeto apresentado e aprovado pela Assembleia Legislativa. Segundo Ele, até a nomeação de concursados da segurança pública se tornou inviabilizada. Pretto diz que está na hora do governador Sartori parar de se lamentar e busca saídas para enfrentar o momento atual, pois foi eleito prometendo isso aos gaúchos.

 

O deputado foi mais além e salientou que o Palácio Piratini deve se preparar para enfrentar uma greve generalizada dos servidores estaduais no próximo ano. Edgar Pretto citou que esse cenário que está sendo montado pelo PMDB servirá para privatizar empresas públicas, como Corsan, CEEE, como já ocorreu no governo de Antônio Britto.