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Polícia

Em novo depoimento Edelvânia levanta suspeitas sobre a morte da mãe do menino Bernardo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Edelvânia Virganovicz, a amiga da madrasta do menino Bernardo, mudou versão inicial de seu depoimento sobre a morte do menino, na mídia. Edelvânia negou que o crime tivesse sido premeditado, afirmando que Graciele Uguline matou o menino usando comprimidos e não injeção.

 

Afirmou, ainda, que o irmão não teve participação e que foi ameaçada para ajudar a ocultar o corpo de Bernardo. Ela também afirmou que Graciele ofereceu dinheiro para a delegada Caroline Bamberg não reabrir o processo sobre a morte da mãe do menino, Odilaine Uglione. Afirmou que possui novas informações sobre a morte da mãe do menino. A delegada Caroline Bamberg negou as acusações feitas por Edelvânia.

 

O advogado da família da mãe do menino Bernardo, Marlon Taborda, frisou que é preciso observar se estas declarações serão tomadas de forma oficial. Para ele há indícios de ser uma manobra para tentar diminuir o peso do crime. Segundo informou, parte da declaração não tem embasamento no processo diante das evidências já reunidas durante da investigação.

 

Marlon Taborda afirma que durante este novo depoimento a leitura corporal de Edelvânia muda, demonstrando que sua fala não é verdade. A declaração de que ela tem informações sobre a morte de Odilaine  acende um sinal vermelho, pois nos últimos meses o advogado e a família defendem que ela foi morta e não cometeu suicídio. Durante esta parte da declaração a leitura corporal de Edelvânia mudou completamente, demonstrando muita firmeza no que estava revelando.

 

Para ele o crime contra  Bernardo foi cometido na certeza da impunidade, já que a morte de sua mãe se ocorreu como os responsáveis queriam, sem levantar suspeitas  por anos. A polícia vai ouvir Edelvânia sobre a questão envolvendo a morte de Odilaine e as acusações contra a delegada. Conforme Marlon Taborda,  parte do que Edelvânia   diz não é novidade, constanto inclusive documentos  que refoçam a tese de um segundo crime.