Pessoas tem muita dificuldade em lidar com a morte, afirma psicóloga
O diagnóstico de doenças crônicas ou degenerativas, algumas vezes, soa como uma sentença de morte. De fato, há casos em que não se tem perspectiva de cura para a enfermidade e partir é apenas uma questão de tempo. Mesmo sem possibilidade de recuperação, há inúmeras maneiras de transformar esse momento num período de menor sofrimento.
É neste sentido que atua o Grupo Consultor de Cuidados Paliativos do Hospital São Vicente de Paulo. Esse tema foi abordado no programa Emoção e Afeto, Comportamento da última terça-feira (17). O assunto teve a mediação do psiquiatra Erico Hecktheuer e contou com a participação da geriatra Luciana Stobbe e da psicóloga Débora Marchetti. A geriatra, Luciana Stobbe explica como funcionam esses cuidados.
A psicóloga destaca que o grupo atua de forma interdisciplinar com as diferentes especialidades do hospital, e busca proporcionar ações educativas e de sensibilização aos profissionais da saúde para os cuidados paliativos. Segundo ela, lidar com a morte é muito difícil para as pessoas, até mesmo para os profissionais de saúde.