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Clima

Caio Rocha comenta sobre teoria de climatologista que desmente aquecimento global

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O professor de climatologia da Universidade de São Paulo (USP), Ricardo Augusto Felicio, é um dos poucos céticos quanto ao aquecimento global no Brasil.  Para o docente, o fenômeno não passa de uma mentira, já que não existem provas científicas de que a Terra está aquecendo.

 

Segundo ele, só no último século as temperaturas subiram e desceram duas vezes e isso faz parte da variabilidade climática. A entrevista completa foi publicada no Jornal Troca-Troca Edição Especial da Expodireto, na entrevista o professor cita que é muito mais fácil para vida, em todos os sentidos, dizer que o aquecimento global existe.

 

Segundo ele é importante ressaltar que mostrar os fenômenos, observá-los, relatá-los, são etapas do conhecimento científico, agora, atribuir causa a eles assim do nada é que se torna estranho demais. Ricardo Augusto Felicio afirma que não há prova que o homem fez alguma alteração climática global, qualquer afirmação desse tipo não passa de uma distorção do método científico consagrado.

 

Citando a reportagem com o professor, o secretário do produtor rural e cooperativismo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), Caio Tibério Dorneles Rocha, ressaltou que poucas reportagens emitem uma opinião tão sincera sobre o assunto.

 

De acordo com o secretário, se culpa muito a agricultura pelo desmatamento e isso deve ser contestado.Ele destaca que os programas de sustentabilidade são cada vez maiores, e o Brasil é a maior fronteira agrícola do mundo, e se as pessoas só forem criticar o processo de agricultura no país, o desenvolvimento será menor cada vez.

 

Caio Rocha cita que concorda com a teoria do professor Felicio, o Brasil é um dos países que tem a legislação ambiental mais avançada do mundo.

 

Sobre a Expodireto 2016, o secretário do produtor rural e cooperativismo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, afirma que a feira é uma vitrine para o agronegócio da região, e principalmente de Passo Fundo. Segundo ele o município é um polo de ensino, de tecnologia e saúde, e a feira só demonstra isso.