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Educação

Observatório da Juventude e Violência nas Escolas promove curso Educando para paz, educando para vida

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O projeto Observatório da Juventude e Violência nas Escolas da Universidade de Passo Fundo (UPF) deu início, na manhã desta sexta-feira, 3 de junho, à terceira edição do curso “Educando para paz, educando para vida”. Nas dependências da Faculdade de Educação (Faed), Campus I, representantes das instituições que integram o projeto acompanharam a fala do antropólogo e educador Carlos Rodrigues Brandão sobre o cientista Pierre Teilhard de Chardin, que procurou fazer pontos de diálogo entre a religião e a fé, com o intuito de discutir a espiritualidade.

O curso está no primeiro módulo e segue com atividades neste sábado, dia 4 de junho. A atividade tem o propósito de fazer os seus integrantes se aprofundarem dentro da perspectiva da cultura de paz, trazendo pensadores e estudiosos da temática, capazes de fundamentar e ampliar a compreensão, e potencializar as ações do trabalho desenvolvido na Universidade.

Para a vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, ter espaços de reflexão e aprofundamento como esse é importante. “O Carlos Rodrigues Brandão tem uma caminhada linda em relação à cultura da paz e do bem-viver, e ao cuidado com os povos de modo geral. Podemos fortalecer a rede existente, que começou na UPF e envolve diferentes pessoas e instituições, num momento em que vivemos em um mundo tão conturbado, que necessite de indivíduos que disseminem e semeiem uma cultura de paz, sendo mediadores de conflitos, e, para além disso, que ajudem a construir na sociedade uma cultura mais acolhedora, na qual agregue e possibilite que cada um viva com e respeite as diferenças”, comentou.

Segundo o coordenador do Observatório, professor Silvio Antonio Bedin, o curso não envolve apenas ações teóricas. “Nós procuramos sempre juntar as duas faces da moeda: pensar teoricamente os fundamentos que subjazem ao que fazemos, mas também pensar e vivenciar metodologicamente o que fazemos. Então, para além do estudo teórico, há a vivência e a partilha, valorizando as dimensões inerentes a nossa humanidade”, relatou.

 

O curso “Educando para paz, educando para vida” acontece em parceria com a Ecopaz e com a Pastoral da Juventude. Para novembro, estão previstos o segundo e o terceiro módulo do mesmo.

O projeto Observatório da Juventude e Violência nas Escolas da Universidade de Passo Fundo (UPF) deu início, na manhã desta sexta-feira, 3 de junho, à terceira edição do curso “Educando para paz, educando para vida”. Nas dependências da Faculdade de Educação (Faed), Campus I, representantes das instituições que integram o projeto acompanharam a fala do antropólogo e educador Carlos Rodrigues Brandão sobre o cientista Pierre Teilhard de Chardin, que procurou fazer pontos de diálogo entre a religião e a fé, com o intuito de discutir a espiritualidade.

 

O curso está no primeiro módulo e segue com atividades neste sábado, dia 4 de junho. A atividade tem o propósito de fazer os seus integrantes se aprofundarem dentro da perspectiva da cultura de paz, trazendo pensadores e estudiosos da temática, capazes de fundamentar e ampliar a compreensão, e potencializar as ações do trabalho desenvolvido na Universidade.

 

Para a vice-reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, ter espaços de reflexão e aprofundamento como esse é importante. “O Carlos Rodrigues Brandão tem uma caminhada linda em relação à cultura da paz e do bem-viver, e ao cuidado com os povos de modo geral. Podemos fortalecer a rede existente, que começou na UPF e envolve diferentes pessoas e instituições, num momento em que vivemos em um mundo tão conturbado, que necessite de indivíduos que disseminem e semeiem uma cultura de paz, sendo mediadores de conflitos, e, para além disso, que ajudem a construir na sociedade uma cultura mais acolhedora, na qual agregue e possibilite que cada um viva com e respeite as diferenças”, comentou.

 

Segundo o coordenador do Observatório, professor Silvio Antonio Bedin, o curso não envolve apenas ações teóricas. “Nós procuramos sempre juntar as duas faces da moeda: pensar teoricamente os fundamentos que subjazem ao que fazemos, mas também pensar e vivenciar metodologicamente o que fazemos. Então, para além do estudo teórico, há a vivência e a partilha, valorizando as dimensões inerentes a nossa humanidade”, relatou.

 

O curso “Educando para paz, educando para vida” acontece em parceria com a Ecopaz e com a Pastoral da Juventude. Para novembro, estão previstos o segundo e o terceiro módulo do mesmo.