Secretário dos Esportes esclarece: apenas atletas homenageados no revezamento tiveram o direito de comprar a Tocha Olímpica
A passagem da Tocha Olímpica por Passo Fundo segue gerando polêmica. Uma manifestação da esposa do atleta Gustavo Endres, que conduziu a tocha, reclamando do valor cobrado pela organização do Rio 2016 para quem quisesse ficar com a Tocha foi motivo de debates ontem na internet.
Na postagem, ela explicou que a Tocha custou R$1.985 mil, parcelados em apenas 3 vezes. No entendimento da esposa do atleta, a organização deveria dar a tocha como lembrança diante de personalidades de destaque e importância para o esporte.
O secretário municipal dos esportes, Gilberto Bellaver, explicou que nenhuma cobrança dos atletas que participaram do revezamento foi feita. Conforme ele, três patrocinadores oficiais escolhiam seus atletas, que ganharam a Tocha como lembrança, enquanto os outros são indicados pelo município, sendo que estes têm o direito de comprar a tocha, se quiserem, como lembrança, com preço padrão.
Lembrou que a tocha foi desenvolvida com vários dispositivos de tecnologia, o que custa caro e o valor é definido pela organização das Olimpíadas.