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Polícia

Em dia de protesto, forças policiais chamam a atenção do Judiciário para o colapso do sistema de segurança

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Em um dia em que a segurança pública de Passo Fundo parou em protesto contra a atual situação financeira e a política do Estado, os servidores se reuniram em frente a catedral Metropolitana de Passo Fundo para protestar durante todo o dia de ontem (4).

 

Participaram os servidores da Brigada Militar, Polícia Civil e agentes da Susepe. Nas ruas houve policiamento, mas timidamente notado. O diretor presidente da Associação dos Sargentos, Tenentes e Subtenentes da Brigada Militar (ASSTBM), em Passo Fundo, José Luiz Zibetti, ressalta que a maior preocupação é com as condições de trabalho dos servidores e com a segurança da população. Zibetti afirmou que a segurança pública no Rio Grande do Sul “está quase no fundo do poço”.

 

Conforme o inspetor e representante do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Policiais Civil (UGEIRM), Luis Perin, a reivindicação é apenas pelo direito de receber o salário em dia. Para Perin, isso nada mais é do que a obrigação do Estado com seus servidores O inspetor ressalta que além de profissionais, eles também são chefes de família. Lembrou que o parcelamento não atinge apenas o setor de segurança, mas também a saúde e educação.

 

Já durante a tarde, um grupo formado por representantes da Polícia Civil, CPERS, SUSEPE e demais entidades entregou um documento às autoridades do Fórum, cobrando o cumprimento da lei que proíbe o parcelamento salarial dos servidores. A esperança é de que o judiciário possa intervir diante da situação.