Após novos parcelamentos salariais, CPERS anuncia paralisação nacional no dia 22 de setembro
O Tribunal de Justiça (TJ) julgou na segunda-feira (5), o mérito de um mandado de segurança movido pelo CPERS sobre o pagamento dos salários dos professores.Os desembargadores mantiveram a liminar concedida em 2015, que já obrigava o governo a pagar a integralidade das remunerações até o último dia útil de cada mês. Porém, a decisão ainda não foi cumprida pelo governo.
De acordo com a vice-presidente do CPERS, Solange Carvalho, o sindicato entende que o governo pode eleger prioridades para ter condições de pagar os salários integralmente. Citou que gastos com publicidade poderiam ser cortados, além de não fazer isenção fiscal a grandes empresas e combater a sonegação fiscal.
Ela destacou que se o Estado não cumprir a decisão, o sindicato já está preparado com ações jurídicas para cobrar, inclusive como improbidade administrativa do governador.
Para o dia 22 de setembro uma paralisação nacional está marcada, com o objetivo de garantir a educação pública. O ato é organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (CONTEE).
Já no próximo dia 16 acontece a reunião do Conselho, para orientar os diretores de núcleo e conselheiros sobre o ato.