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Algumas despedidas são silenciosas

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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Algumas despedidas são silenciosas porque a paz não precisa de explicação.
Nem todo afastamento vem com discussão.
Nem todo fim precisa de anúncio.

Às vezes a pessoa simplesmente entende.
Entende que já falou demais.
Que já tentou demais.
Que já explicou demais.
E decide ir embora… em silêncio.

Não por falta de coragem.
Mas por excesso de clareza.
Quando a paz vira prioridade, algumas conversas deixam de fazer sentido.
Você para de tentar convencer quem não quer entender.
Para de justificar seus limites.

Para de gastar energia onde não há reciprocidade.
Silêncio, nesses casos, não é fraqueza.
É maturidade.
É entender que sua paz vale mais do que qualquer argumento.
Nem toda saída precisa ser barulhenta.
Algumas são discretas…
mas profundamente libertadoras.

@rhamuche e   @resiliencia_humana

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